Copiar não é roubar

Este vídeo, bem curtinho, explica bem por que copiar arquivos digitais – músicas, filmes ou textos – não pode ser considerado roubo. Trata-se de bens imateriais cuja natureza é não rival, isto é, quando copio um arquivo mp3, por exemplo, eu não o subtraio de ninguém, ao contrário, eu multiplico o acesso a ele através do compartilhamento.

Por falar em mp3, vale a pena citar um exemplo de sucesso: o grupo Mombojó que distribui suas músicas de graça pela internet e é um dos maiores sucessos da nova geração. Conheça – ouça e baixe os CDs – em www.mombojo.com.br.

5 Comentários

Arquivado em Commons, Cultura livre, Economia Imaterial

5 Respostas para “Copiar não é roubar

  1. Reynaldo Carvalho

    Tudo bem?
    Um texto “antigo” sobre o mesmo tema:
    http://baixacultura.org/2010/06/21/confissoes-de-um-plagiador-por-william-gibson/
    Abs

    • Oi Reynaldo,

      Ótimas dicas, como sempre.

      Estou pensando em reuni-las todas num post sobre referências de leitura sobre Remix. Não é uma boa ideia?

      Um abraço,
      Bia

  2. Aureo Gaspar

    O Grupo “Teatro Mágico”, sucesso entre os alternativos (?!!!) também distribui gratuitamente pela Internet. E Gil, Paulo Coelho e outros tantos. Independente das nossas preferências musicais, esta liberdade é muito rica e criativa. Traz novas misturas de ritmos, de harmonias, de saberes.

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